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A origem da Escola de Química confunde-se com o início do ensino especializado da Química no Brasil, cujas raízes podem ser identificadas antes mesmo de terminar a Primeira Guerra Mundial.

Neste período vários cientistas franceses e ingleses clamavam contra o atraso dos conhecimentos químicos em seus países, em face do desenvolvimento alemão, especialmente em assuntos de química orgânica.

Essas advertências propagaram-se pelo mundo inteiro através de livros e revistas e repercutiram nos meios intelectuais brasileiros.

Em fins de 1911, aparecia no Congresso Brasileiro, por iniciativa do Ministro da Agricultura, Ildefonso Simões Lopes, o projeto criando nove cursos de Química Industrial, entre os quais o Curso de Química Industrial Agrícola, anexo à Escola Superior de Agricultura na Alameda São Boaventura, em Niterói, e que viria a ser embrião da atual Escola de Química.

Foi somente em 1933, sendo o Ministro da Agricultura o General Juarez Távora, que foi criada a Escola Nacional de Química, subordinada à Diretoria Geral de Produção Mineral do Ministério da Agricultura.

O Decreto lei de sua criação e regulamentação, nº 23.016, de 28 de julho de 1933, foi baseado num projeto redigido a convite do Ministro, pelo Professor Freitas Machado, que veio a ser o 1º Diretor da Escola, iniciando o Curso de Química Industrial.

Em 1944 teve início, por parte de professores e alunos da Escola, uma campanha de criação do Curso de Engenharia Química, com intenção de adaptar o ensino às necessidades do País.

A partir de 1952, a Escola de Química passou a ministrar o Curso de Engenharia Química, concomitantemente com o de Química Industrial.

Em novembro de 1965, com a mudança do nome da Universidade do Brasil para Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Escola Nacional de Química passou a denominar-se Escola de Química e a integrar o Centro de Tecnologia desta Instituição de Ensino Superior.

Com a implantação da Reforma Universitária (1968-1970) e a subsequente mudança para a IIha do Fundão (1973-1974), a Escola de Química sofreu substancial modificação. As antigas cadeiras do ensino básico e fundamental foram desligadas da Escola e incorporadas aos Institutos do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza.

A Escola de Química sempre esteve atenta a demanda da sociedade, adaptando a sua estrutura curricular às necessidades tecnológicas da Indústria Química. Nas décadas de 50/60, com o apelo desenvolvimentista da petroquímica (Fabor, Cubatão), e em seguida da criação da PETROBRÁS e da PETROQUISA (RJ), houve modificação do currículo, visando sua modernização através da formação de profissionais capacitados para enfrentar os avanços tecnológicos da época.

Periodicamente a Escola reavalia sua estrutura curricular, visando introduzir modificações de forma a adaptá-la às realidades do Parque Industrial Brasileiro.

Em 1973 o Curso de Química Industrial foi desativado, passando a Escola oferecer somente o Curso de Engenharia Química, tendo em vista a necessidade de um maior número de profissionais de Engenharia Química para atender à implantação dos Polos Petroquímicos.

Na década de 80, manteve sua atitude de exportadora de profissionais para o Pólo de Triunfo, introduzindo disciplinas obrigatórias como o Estágio, a Engenharia do Meio Ambiente e os Setores da Indústria Química Orgânica, onde passou a abordar os setores industriais vigentes no país, como: a Petroquímica e Química Fina. Foram também introduzidas as disciplinas: Projeto Final de Curso, explorando a visão multidisciplinar da Engenharia Química e a disciplina Gestão Tecnológica fornecendo aos alunos as noções de qualidade, aumento de produtividade e a importância do caráter empreendedor.

Nesta mesma década, com a vertente da Indústria para o Setor de Química Fina, novamente a Escola foi chamada a reativar seu Curso de Química Industrial, visando a atender às pequenas e médias empresas. No entanto, face a conjuntura econômica e as constantes mudanças de política industrial, somadas a burocracia universitária, o Curso de Química Industrial só pode ser reativado em 1996.

A Escola de Química ingressou na década de 90, atendendo a demanda e atuando de maneira relevante nas atividades experimentais, quer a nível de bancada, quer a nível piloto nos seus quatro Departamentos: Engenharia Química, Engenharia Bioquímica, Processos Orgânicos e Processos Inorgânicos, a fim de conferir na formação do seu corpo discente a mentalidade do desenvolvimento e otimização de processos.

Em sintonia com os novos paradigmas de atuação, nossa Escola ampliou o leque de disciplinas optativas, passando também a oferecer: Comercialização e Marketing, com estreita colaboração de Ex-Alunos atuantes no Setor Produtivo.

No que tange às atividades de Pós-Graduação a Escola iniciou, em 1965, seu Curso de Mestrado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos numa ação conjunta dos Departamentos de Processos Orgânicos e de Engenharia Bioquímica.

A partir de 1971, passou a se dedicar somente ao Mestrado em Tecnologia de Processos Bioquímicos, tendo criado, em 1988, seu Programa de Doutorado.

Em 1993, após ter investido fortemente na capacitação de seu corpo docente, nossa Escola reestruturou seu Curso de Pós-graduação, ampliando-o para Mestrado e Doutorado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos.

A Escola de Química, com seu histórico de formação de seus profissionais, com um forte alicerce acadêmico, mas também suportado por um forte relacionamento com a área industrial, está mais do que nunca consciente de seu papel no Brasil, sob a liderança de várias gerações de diretores.

HOJE A ESCOLA DE QUÍMICA TEM COMO DIRETRIZ MESTRA:

A INTEGRAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Profa. Belkis Valdman – Ph.D.
Diretora

                                        Luís Antonio d’Avila – D.Sc
   Vice-Diretor

Beneficiário: Associação dos Ex-alunos da Escola e Química da UFRJ.

Banco: 104 – Caixa Econômica Federal

Agência: 0542

Conta Corrente: 03001342-2

CNPJ 30 279 616 / 0001-04

Prezado ex-aluno (a) da Escola de Química da UFRJ

  • Informamos que a EXAEQ já dispõe de endereço oficial:

          Av. Athos da Silveira Ramos nº 149 – Bloco E – Sala I 221

          Cidade Universitária – Rio de Janeiro – RJ – CEP 21.941-909.

  •  A partir de novembro de 2016 na primeira quarta-feira de cada mês manteremos plantão, das nove às treze horas, na nossa sala na EQ.

 MENSAGEM

Nesse momento de incertezas precisamos buscar nossa vocação muito bem expressa pela diretoria da EXAEQ, na apresentação do Anuário 1983:

“Influir no processo de formação de novos profissionais, num papel duplamente importante, levando a eles uma tradição social que se perdera com a reforma universitária e, ao mesmo tempo, proporcionar um mecanismo de atualização através do contato direto estabelecido entre alunos e profissionais de alto nível”.

PROJETOS:

  • Encontro com alunos e ex-alunos para debate sobre “PERSPECTIVAS FUTURAS PARA O PROFISSIONAL DA QUÍMICA”. Data e local serão informados através do nosso site.
  • Treinamento sobre: “ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DE PROJETOS” – EXAEQ/DAEQ.
  • Atualização do cadastro de sócios através do nosso site.
  • Busca de novos associados.
  • Comemoração dos 70 anos da EXAEQ em 2017.

 Para realização dos nossos propósitos precisamos de sugestões e contribuições.

Nesse sentido estamos retomando a cobrança da anuidade no valor de R$80,00 que pode ser efetuada através de depósito identificado na seguinte conta bancária:

Beneficiário: Associação dos Ex-alunos da Escola e Química da UFRJ.

Banco: 104 – Caixa Econômica Federal

Agência: 0542

Conta Corrente: 03001342-2

 Agradecemos a participação e colaboração de todos e nos colocamos à disposição para troca de informações e propostas para realizarmos os projetos programados.

Solicitamos que atualizem seus endereços eletrônicos através do nosso site.

 Atenciosamente

Diretoria da EXAEQ

Rio de Janeiro 18 de Outubro de 2016

OBSERVAÇÃO

Embora continue ativo nosso site www.exaeq.org.br encontra-se em processo de reformatação.

Para continuarmos esse processo aceitamos contribuições em troca de espaço para mensagem promocional de empresas ou profissionais individuais.

Interessados deverão enviar mensagem através do campo CONTATO do nosso site.

 

Seminário de Educação em Segurança Química GHS nas Universidades

Local: Instituto Militar de Engenharia – IME

Praça Gen. Tibúrcio 80 Sala 3001- Urca, Rio de Janeiro

Data: 15 de junho de 2016

Apresentação:

A Segurança Química é um conceito global, referente à proteção das pessoas e do meio ambiente, em todo o ciclo de vida dos produtos químicos: concepção, projeto, desenvolvimento, produção, transporte, armazenamento, utilização e descarte de resíduos. Na atualidade, é objeto de acordos, convenções e compromissos internacionais, originados da evolução nas discussões em nível internacional sobre as questões relacionadas à sustentabilidade. Um dos principais marcos dessa evolução resultou da Rio 92, com o advento da Agenda 21 e seu capítulo 19, que trata, especificamente, da Segurança Química.

A prevenção de acidentes e doenças relacionados aos produtos químicos demandam esforços dos órgãos públicos, empresas, organizações não governamentais e outros segmentos da sociedade organizada. Dentre as formas de se alcançar os objetivos da Segurança Química, destacam-se a educação e o treinamento, nos diversos níveis, da formação básica no ensino fundamental, ensino médio, formação profissionalizante, universitária e pós-graduação.

No Brasil, as ações governamentais, da sociedade civil e da indústria vêm sendo desenvolvidas e articuladas pela Comissão Nacional de Segurança Química – CONASQ que, em 03.12.2013, aprovou um Termo de Referência de Educação em Segurança Química, de abrangência nacional, e estabeleceu um Grupo de Trabalho para implementá-lo. Nessa perspectiva, foram realizados 4 Seminários: 31.07.2014, em Brasília; 10.09.2014, em São Paulo; 18.11.2014, no Rio de Janeiro, direcionado para as universidades e 02.12.2015, voltado para a indústria.

Objetivos:

– Divulgar a evolução da Segurança Química no cenário internacional, incluindo os resultados da International Conference on Chemicals Management, ICCM4, realizada em Genebra, de 28/09 a 02/10/2015 e enfatizando a importância do desenvolvimento de ações preventivas e corretivas no Brasil.

– Apresentar as expectativas e contribuições dos diversos setores envolvidos, promover o debate e colher subsídios para o fortalecimento da educação corporativa na área de Segurança Química.

– Divulgar o GHS para professores de Química das Universidades e Institutos  de Educação, Ciência e Tecnologia e para profissionais da indústria.

– Ampliar a Rede Brasileira de Educação em Segurança Química, constituída por profissionais e instituições comprometidos com o tema,

            Programação:

09:00: Abertura

09:30-10:30 Panorama nacional e internacional da Segurança Química

– Fernando Sobrinho – FUNDACENTRO

10:30-11:30: Projeto Educação em Segurança Química da CONASQ – Comissão Nacional de Segurança Química.

– Newton Richa – UFRJ

11:30-12:00: Perguntas e respostas

12:00-13:30: Almoço

13:30-14:30: GHS – Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.

– Juliane Caetano Valério Silva – PETROBRAS/CENPES

14:30: Perguntas e respostas.

Confirmar presença no e-mail secretaria.prh41@poli.ufrj.br