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Seminário de Educação em Segurança Química GHS nas Universidades

Local: Instituto Militar de Engenharia – IME

Praça Gen. Tibúrcio 80 Sala 3001- Urca, Rio de Janeiro

Data: 15 de junho de 2016

Apresentação:

A Segurança Química é um conceito global, referente à proteção das pessoas e do meio ambiente, em todo o ciclo de vida dos produtos químicos: concepção, projeto, desenvolvimento, produção, transporte, armazenamento, utilização e descarte de resíduos. Na atualidade, é objeto de acordos, convenções e compromissos internacionais, originados da evolução nas discussões em nível internacional sobre as questões relacionadas à sustentabilidade. Um dos principais marcos dessa evolução resultou da Rio 92, com o advento da Agenda 21 e seu capítulo 19, que trata, especificamente, da Segurança Química.

A prevenção de acidentes e doenças relacionados aos produtos químicos demandam esforços dos órgãos públicos, empresas, organizações não governamentais e outros segmentos da sociedade organizada. Dentre as formas de se alcançar os objetivos da Segurança Química, destacam-se a educação e o treinamento, nos diversos níveis, da formação básica no ensino fundamental, ensino médio, formação profissionalizante, universitária e pós-graduação.

No Brasil, as ações governamentais, da sociedade civil e da indústria vêm sendo desenvolvidas e articuladas pela Comissão Nacional de Segurança Química – CONASQ que, em 03.12.2013, aprovou um Termo de Referência de Educação em Segurança Química, de abrangência nacional, e estabeleceu um Grupo de Trabalho para implementá-lo. Nessa perspectiva, foram realizados 4 Seminários: 31.07.2014, em Brasília; 10.09.2014, em São Paulo; 18.11.2014, no Rio de Janeiro, direcionado para as universidades e 02.12.2015, voltado para a indústria.

Objetivos:

- Divulgar a evolução da Segurança Química no cenário internacional, incluindo os resultados da International Conference on Chemicals Management, ICCM4, realizada em Genebra, de 28/09 a 02/10/2015 e enfatizando a importância do desenvolvimento de ações preventivas e corretivas no Brasil.

- Apresentar as expectativas e contribuições dos diversos setores envolvidos, promover o debate e colher subsídios para o fortalecimento da educação corporativa na área de Segurança Química.

- Divulgar o GHS para professores de Química das Universidades e Institutos  de Educação, Ciência e Tecnologia e para profissionais da indústria.

- Ampliar a Rede Brasileira de Educação em Segurança Química, constituída por profissionais e instituições comprometidos com o tema,

            Programação:

09:00: Abertura

09:30-10:30 Panorama nacional e internacional da Segurança Química

- Fernando Sobrinho – FUNDACENTRO

10:30-11:30: Projeto Educação em Segurança Química da CONASQ – Comissão Nacional de Segurança Química.

- Newton Richa – UFRJ

11:30-12:00: Perguntas e respostas

12:00-13:30: Almoço

13:30-14:30: GHS – Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.

- Juliane Caetano Valério Silva – PETROBRAS/CENPES

14:30: Perguntas e respostas.

Confirmar presença no e-mail secretaria.prh41@poli.ufrj.br

O artigo pode também ser visitado no site  http://diretasconselhosquimica.com.br.

PESQUISA COM OS SEUS EGRESSOS: UM DESAFIO PARA A UNIVERSIDADE

A Educação é um bem essencial para o desenvolvimento de todos os seres humanos e, como tal, o seu ministério e a aprendizagem correspondente devem ser acompanhados e sofrerem avaliações periódicas.

Ao longo do tempo, o processo de ingresso nas Universidades Brasileiras vem sofrendo alterações, acompanhando as mudanças da sociedade e na estrutura do ensino fundamental e médio. Hoje são variadas as formas de ingresso, todas, no entanto, sempre focando o mérito e a capacitação do estudante. Bolsas são concedidas, cotas são estabelecidas, aumentando, assim, consideravelmente o número de estudantes universitários no país.

Durante seu percurso universitário, o estudante é constantemente avaliado através de trabalhos autônomos ou em grupos, provas, seminários, de forma a demonstrar sua aptidão a continuar trilhando o curso até o seu final, graduando-se, finalmente, e colocando-se em condições de pleitear o exercício profissional, efetuando seu registro no conselho de fiscalização correspondente à sua graduação após, quando for o caso, aprovação na sua prova de ordem.

Assim, a Universidade realiza a sua tarefa, formando os jovens com fundamentação tanto humanística quanto científica, e fornecendo o arcabouço específico com as disciplinas que irão compor o espectro geral do curso eleito pelo aluno.

A percepção geral é a de que, no que diz respeito a um ensino universitário que conjugue as conceituações humanísticas e científicas, lado a lado, de modo a dar aos alunos os conhecimentos necessários à sua formação como seres humanos integrais, sem uma obstinada sede de atendimento ao mercado, mas dando margem ao livre acesso aos conceitos universais, a Universidade Brasileira não vem atendendo a tais requisitos.

De qualquer forma, desde o ingresso até sua saída, o aluno é acompanhado na sua trajetória universitária. Mas como a Universidade avalia seu próprio desempenho? Quais os critérios que conduzem aos ajustes e às reformulações de seus programas? Ela deveria ter o compromisso de acompanhar a qualidade dos serviços que presta à sociedade. Portanto, todas as unidades de ensino, em qualquer nível, deveriam ter, entre suas atribuições, a de acompanharem o resultado do seu trabalho, sejam tais instituições públicas, privadas, confessionais ou laicas.

Claro, seus órgãos competentes estudam, analisam e planejam, as atividades docentes e os grandes vetores de atuação, mas parece que, ao menos no tocante ao ensino, o sujeito mesmo desta atividade, quando deixa a Universidade, deixa também de existir para ela.

Uma das maneiras de aferir o seu próprio desempenho seria a instituição de ensino procurar conhecer, de modo sistemático, organizado, planejado e dentro dos melhores critérios éticos, o destino de seus egressos.

Periodicamente, a instituição deveria realizar uma pesquisa com os que se graduaram no penúltimo ano, para ter um espaço de tempo adequado do final do curso. Seria uma “Pesquisa sobre a situação e as condições dos Ex-alunos”, na busca de informações, tais como:

Está empregado ? Quanto tempo levou até a admissão ? Como se deu a admissão ? Indicação, convite, concurso,…? Onde está empregado ? Em que área trabalha ? E outras abordagens, de modo a configurar um perfil dos egressos.

No caso das instituições de ensino da área da Química parece que seriam extremamente relevantes tais informações, não só para avaliação interna, como para ajudar e orientar o agora profissional, quando apropriado.

Esta pesquisa, eticamente orientada, poderia ser realizada em parceria, por exemplo, com as Associações de Ex-Alunos das instituições, as quais, desta forma, poderiam ter uma atuação mais consistente e ganhar corpo como entidades mais dinâmicas, conectadas com seus associados.

Na área da Química, o Sistema CFQ/CRQ’s, que tem como atribuição aprovar os os cursos e seus currículos mínimos e realizar o Registro Profissional dos graduados, deveria estar engajado, também, nesta missão, de modo a se fazer presente, efetivamente, na vida dos profissionais que lhe pagam anuidades para poder efetivar o exercício profissional.

Em suma, as instituições de ensino superior deveriam estabelecer um sistema de retro alimentação com os seus egressos para melhor projetar o seu trabalho de formação de novas gerações de estudantes.

É claro que esta medida prática e simples seria apenas um primeiro passo para um processo de avaliação complexo e integrado que possa ser desenvolvido de modo a se estabelecer critérios efetivos, tanto para as próprias instituições, quanto para seus egressos, no sentido da verificação da excelência do ensino e da transmissão e diálogo na busca do conhecimento.

Coordenação do Movimento

Luiz Rodolfo de Aragão Ortiz, Márcio Claussen (in memoriam), Paulo Strauch (in memoriam), Pedro Antônio Vieira e Sergio Alevato

 

 

A EXAEQ está apoiando e incentivando 0 programa para doação de livros para biblioteca da EQ.

A seguir apresentamos relação de livros que demandam por um número maior de exemplares para serem emprestados aos alunos. A doação pode ser negociada diretamente com o Sr. Fabio Mendes (Coordenador da Biblioteca) Telefone: 3938-7649

AUTOR TÍTULO
Colin Baird Química Ambiental – 4ªed / Colin Baird
Eloísa Biasotto Mano Polímeros como materiais de engenharia /
David L Nelson Princípios de Bioquímica de Lehninger – 6ªed
David L. Nelson Química a ciência central 9ªed Brown
Alan S. Foust Princípios das operações unitárias – Alan S. Foust
Shreve Indústrias de processos químicos
John R. Taylor Mecânica Clássica -
John C. Kotz Química geral e reações químicas v.1
Himmelblau Engenharia Química – Princípios e Cálculos – 8ªed
H. Scott Fogler Elementos de Engenharia das reações químicas
Diomara Pinto Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis 3.ed
John C. Kotz Química Geral e Reações Químicas V.2
Atkins Físico-Química Vol.1 – Atkins
David Young Computational Chemistry: a practical guide for applying
Rosely Maria Viegas Manual de soluções, reagentes e solventes : padronização, preparação, purificação.
Marcelo Gauto Química industrial
Kurozawa, Louise Emy Tendências e inovacoes em ciência, tecnologia e engenharia dos alimentos
Luiz Pinguelli Rosa Coleção Mudanças Globais 5v.
John R. Taylor Mecânica Clássica
Albert Bruce Biologia molecular da celula
Colin Baird Quimica ambiental
Srinivasan Damodaran Quimica de alimentos de Fennema
Daniel C. Harris Explorando a química analítica
MARTIN SCHMAL Catálise Heterogênea,
R. Byron Bird Fenômeno de transporte

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